Sempre me interessei por alimentos. Sobretudo pelas suas capacidades e propriedades. Ao longo destes anos de prática de yoga e sobretudo através do curso que frequento actualmente, em yoga, meditação e ayurveda, adquiri algumas capacidades que tenho praticado entre os mais próximos (família e amigos). Por isso, decidi que era tempo de me por à prova e experimentar fazer algo pelos outros com qualidade. Assim, aqui segue a minha proposta: Consultas de nutrição grátis.
Destinatários:
- Quem deseje iniciar uma alimentação equilibrada (não vegetariana ou vegetariana)
- Quem deseje perder peso de forma equilibrada
- Quem deseje adequar o estilo de alimentação, ao seu estilo de vida.
- Quem deseje iniciar um regime de alimentação vegetariano.
Assim, numa consulta, terão acesso ao seguinte:
- 1.ª consulta, em que se determinará:
Índice de massa corporal;
Existência ou não de retenção de líquidos;
Tipo de alimentação e eventuais erros;
Questionário sobre estado de saúde em geral;
Prescrição de uma dieta e exercíco adequados ao objectivo;
- Acompanhamento semanal
- Eventuais tratamentos complementares naturais(massagens, reflexologia, aromaterapia)
As consultas podem ser realizadas pessoalmente ou através da internet (messenger). Em qualquer dos casos terão que ser previamente agendadas.
Então, aqui fica a proposta.
Namaste
" A luz que ilumina para diante, é a chama da audácia ardendo no Coração. Quanto mais ousares mais a chama te iluminará. Quanto mais temeres, mais esta se esmorecerá... e só ela poderá guiar-te. " Texto ZenBudista
quinta-feira, 19 de março de 2009
segunda-feira, 16 de março de 2009
Mantras
Mantra (do sânscrito Man - mente e Tra - alavanca) é uma sílaba ou poema religioso normalmente em sânscrito. Os mantras provenieram do hinduísmo, porém são utilizados também no budismo e jainismo.
Os mantras são entoados como orações, repetidas como as do cristianismo. Contudo, não constituem propriamente um diálogo com Deus.
Mecanismo de funcionamento
Ao longo dos anos, os ocidentais que chegaram ao oriente tentaram explicar porque é que os mantras produzem os efeitos esperados. Alguns psicólogos ocidentais defendem que o mantra possui uma energia sonora que movimenta outras energias que envolvem quem o entoa e que não é necessário saber o significado das palavras que se entoam, para que estas produzam os mesmos efeitos. Observou-se que não importa a correção da pronúncia: encontrou o mesmo mantra entoado de forma muito diferente em países diversos, e sempre produzindo os efeitos esperados.
Outra explicação seria a mesma usada para o efeito das mudras: um gesto repetido por tantas pessoas durante tantos séculos que criou um tipo de caminho energético - que podemos chamar de marca no akasha, ou no inconsciente colectivo - que é rapidamente seguido pela psique da pessoa que o executa.
Alguns mantras comuns
• Om namah Shivaya (sânscrito)
• Om mani padme hum (sânscrito)
• Om namo bhagavate vasudevaya (do sânscrito)
• Om tare tütare ture soha (tibetano)
• Om tare tam soha (tibetano)
• Nam myoho rengue kyo ( Saddharma-pundarika Sutra em sânscrito)
• Hare Krishna Hare Krishna Krishna Krishna Hare Hare Hare Rama Hare Rama Rama Rama Hare Hare (sânscrito)..
Os mantras são entoados como orações, repetidas como as do cristianismo. Contudo, não constituem propriamente um diálogo com Deus.
Mecanismo de funcionamento
Ao longo dos anos, os ocidentais que chegaram ao oriente tentaram explicar porque é que os mantras produzem os efeitos esperados. Alguns psicólogos ocidentais defendem que o mantra possui uma energia sonora que movimenta outras energias que envolvem quem o entoa e que não é necessário saber o significado das palavras que se entoam, para que estas produzam os mesmos efeitos. Observou-se que não importa a correção da pronúncia: encontrou o mesmo mantra entoado de forma muito diferente em países diversos, e sempre produzindo os efeitos esperados.
Outra explicação seria a mesma usada para o efeito das mudras: um gesto repetido por tantas pessoas durante tantos séculos que criou um tipo de caminho energético - que podemos chamar de marca no akasha, ou no inconsciente colectivo - que é rapidamente seguido pela psique da pessoa que o executa.
Alguns mantras comuns
• Om namah Shivaya (sânscrito)
• Om mani padme hum (sânscrito)
• Om namo bhagavate vasudevaya (do sânscrito)
• Om tare tütare ture soha (tibetano)
• Om tare tam soha (tibetano)
• Nam myoho rengue kyo ( Saddharma-pundarika Sutra em sânscrito)
• Hare Krishna Hare Krishna Krishna Krishna Hare Hare Hare Rama Hare Rama Rama Rama Hare Hare (sânscrito)..
quarta-feira, 4 de março de 2009
Dicas para Meditar

Para conseguir meditar, deve-se em primeiro lugar, desenvolver a habilidade de concentração e conservar a mente canalizada numa só direcção. O primeiro passo para meditar será praticar as posturas de yoga, a respiração profunda e o relaxamento. Aquele que não tiver controlo sobre o seu corpo, não poderá pretender usar correctamente o espírito, não saberá concentrar-se e muito menos meditar - diz Swani Paramananda no livro Concentration and Meditation.
Como praticar
Para vivenciar os benefícios da meditação é necessário praticá-la regularmente como ocorrem com qualquer actividade, não sendo possível obter êxito a não ser que lhe dediquemos energia. Tentar meditar todos os dias ou várias vezes durante a semana será o ideal.
Local para meditar
O melhor é reservar um canto especial para as sessões de meditação. Preparar um assento, seja almofada ou chão, cama, sofá ou até uma cadeira. Torne o local o mais agradável possível. Que seja limpo, tranquilo e que seja um lugar onde se sinta contente em estar lá. Se preferir fazer um altar colocando figuras que inspirem, velas, incenso ou outras oblações. O que importa é cercar o ambiente de coisas que sejam propícias a uma boa meditação.
Tempo:
No início é melhor meditar por períodos curtos - de 10 a 30 min e finalizar a sessão enquanto a mente e o corpo ainda estiverem tranquilos e dispostos.
Benefícios físicos
* A diminuição da frequência cardíaca e redução da carga de trabalho do coração.
* Redução dos níveis de cortisol e de lactato - duas substâncias químicas associadas ao stress.
* Redução de radicais livres de moléculas instáveis de oxigénio que podem causar danos a nível dos tecidos. Existe a ideia que pode ser um factor importante no envelhecimento e em muitas doenças.
* Diminuição da pressão arterial elevada.
* Maior resistência periférica (resistência pele). A baixa resistência da pele está relacionada com o stress e altos níveis de ansiedade.
* Queda nos níveis de colesterol. Elevados níveis de colesterol estão associados a doenças cardiovasculares.
* Aumento do fluxo de ar para os pulmões, resultando num respirar mais fácil - muito útil para pacientes com asma.
* Rejuvenescimento.
Benefícios psicológicos
* Aumento de actividade nas zonas cerebrais associadas à criatividade, aumento da capacidade de raciocinar.
* Diminuição da ansiedade.
* Diminuição e mesmo eliminação de estados de depressão.
* Diminuição da irritabilidade e apatia.
* Melhoramento da capacidade de aprendizagem e memória.
* Aumento da auto-estima.
* Aumento da energia, vitalidade e rejuvenescimento.
* Aumento da sensação de bem-estar e felicidade.
* Aumento da estabilidade emocional
Benefícios espirituais da meditação
Quanto mais tempo um indivíduo pratica meditação, maior a probabilidade de que os seus objectivos e os esforços mudem no sentido do crescimento pessoal e espiritual. Muitos indivíduos querem inicialmente só aprender a meditar para aspectos relacionados com um certo equilíbrio seja emocional ou físico, mas contudo percebem a sua profundidade espiritual e por consequência aprofundam essa área naturalmente.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Meditar...
A meditação consiste na prática de focar a atenção, frequentemente formalizada por uma rotina específica. É comumente associada a religiões orientais. Há dados históricos comprovando que é tão antiga quanto a humanidade. Não sendo exactamente originária de um povo ou região, desenvolveu-se em várias culturas diferentes e recebeu vários nomes. Apesar da associação entre as questões tradicionalmente relacionadas à espiritualidade, a meditação pode também ser praticada como um instrumento para o desenvolvimento pessoal num contexto não religioso.
A palavra meditação vem do Latim, meditare, que significa: voltar-se para o centro no sentido de desligar-se do mundo exterior e voltar a atenção para dentro de si. Em sânscrito, é chamada dhyana, obtida pelas técnicas de dharana (concentração).
A meditação costuma ser definida da seguinte maneira:
• um estado que é vivenciado quando a mente se torna vazia e sem pensamentos;
• prática de focar a mente num único objecto (por exemplo: numa estátua religiosa, na própria respiração, num mantra, numa vela, num mandala);
• uma abertura mental para o divino, invocando a orientação de um poder mais alto;
• análise racional de ensinamentos religiosos (como a impermanência, para os Budistas).
É fácil entermos que as nossas mentes encontram-se continuamente no passado (memórias) e no futuro (expectativas). Com a devida atenção, é possível diminuir a velocidade dos pensamentos, para se observar um silêncio mental em que o momento presente é vivenciado. Através da meditação, é possível separar os pensamentos da parte da nossa consciência que realiza a percepção. É possível obter total descanso numa posição sentada e por conseguinte atingir maior profundidade na meditação e dissolver preocupações e problemas que bloqueiam a mente.
Uma posição possível é a posição de lótus completo, o pé esquerdo apoiado sobre a coxa direita e o pé direito apoiado sobre a coxa esquerda. Outros podem sentar-se em meio lótus, com o pé esquerdo apoiado sobre a coxa direita ou o pé direito sobre a coxa esquerda. Há pessoas que não conseguem sentar-se em nenhuma dessas posições e por isso podem sentar-se como os japoneses, ou seja, com os joelhos dobrados e o tronco apoiado sobre ambas as pernas. Colocando um colchão sob os pés, a pessoa pode facilmente permanecer nessa posição por hora ou hora e meia.
Mas na verdade qualquer pessoa pode aprender a sentar-se em meio lótus, ainda que no início possa causar alguma dor. Gradualmente, após algumas semanas de treino, a posição tornar-se-á confortável. No início, enquanto a dor ainda causar muito desconforto, a pessoa, deve alterar a posição das pernas ou a posição de sentar. Para as posturas de lótus completo e meio lótus convém sentar-se sobre uma almofada, de forma a que os dois joelhos se apoiem contra o chão. Os três pontos de apoio dessa posição proporcionam uma grande estabilidade. Mantendo as costas erectas (factor muito importante), o pescoço e a cabeça devem ficar em alinhamento com a coluna. A postura deve ser recta mas não rígida. Mantêm-se os olhos semi-abertos, focalizados a uns dois metros à frente, mantendo um leve sorriso.
Começa-se por tomar consciência e seguimento na respiração e a relaxar todos os músculos. Concentra-mo-nos em manter a coluna direita. Solta-mo-nos. Abandona-mo-nos inteiramente.
Vinte a trinta minutos é provavelmente a duração típica de uma sessão de meditação. Praticantes experientes frequentemente observam que o tempo de suas sessões de meditação se prolongam com o tempo.
A Meditação pode servir simplesmente como um meio de relaxamento da rotina diária, como uma técnica para cultivar a disciplina mental, além de ser um meio de se obter insights sobre a real natureza ou a comunicação com Deus. Muitos praticantes da meditação têm relatado melhorias na concentração, consciência, auto-disciplina e equanimidade, no equilíbrio emocional e psico-físico.
A Meditação é uma actividade da consciência mental. Envolve uma parte da mente que observa, analisa e lida com o resto da mente.
A meditação pode tomar várias formas: concentração dirigida unicamente a um objecto (interno), a tentativa de compreender algum problema pessoal, a geração de um amor radiante por toda a humanidade, a prece a um objecto de devoção, ou a comunicação com nossa própria sabedoria interior. A sua meta final é despertar um nível de consciência extremamente subtil e utilizá-lo para descobrir a realidade, directa e intuitivamente.
Meditação em tibetano significa "tornar-se familiar". Existem muitas técnicas diferentes de meditação e muitas coisas na mente com as quais devemos tornar-nos familiares. Os melhores resultados normalmente são atingidos quando meditamos num lugar calmo, mas também podemos meditar enquanto trabalhamos, caminhamos, estamos no autocarro ou preparamos o jantar.
Primeiro vamos desenvolver o estado meditativo numa prática formal, sentados; uma vez acostumados, podemos ter um estilo mais livre e ser mais criativos, podendo desenvolve-la em qualquer lugar.
Meditar não quer dizer afastarmo-nos ou fugirmos. Na verdade significa sermos totalmente honestos connosco mesmos, observar bem o que somos e trabalhar com isto de forma a tornarmo-nos mais positivos e úteis, para nós e para os outros. A meta final, a iluminação... custa a chegar. Porém, a meditação quando realizada com este propósito, pode proporcionar muitos benefícios a curto prazo. À medida que a nossa imagem concreta da realidade se atenua, desenvolvemos uma auto-imagem mais positiva e realista e tornamo-nos assim mais relaxados e menos ansiosos. Aprendemos a ter mais expectativas irrealistas em relação às pessoas e às coisas à nossa volta e assim sofremos menos desapontamentos. A vida torna-se mais estável e satisfatória.
A palavra meditação vem do Latim, meditare, que significa: voltar-se para o centro no sentido de desligar-se do mundo exterior e voltar a atenção para dentro de si. Em sânscrito, é chamada dhyana, obtida pelas técnicas de dharana (concentração).
A meditação costuma ser definida da seguinte maneira:
• um estado que é vivenciado quando a mente se torna vazia e sem pensamentos;
• prática de focar a mente num único objecto (por exemplo: numa estátua religiosa, na própria respiração, num mantra, numa vela, num mandala);
• uma abertura mental para o divino, invocando a orientação de um poder mais alto;
• análise racional de ensinamentos religiosos (como a impermanência, para os Budistas).
É fácil entermos que as nossas mentes encontram-se continuamente no passado (memórias) e no futuro (expectativas). Com a devida atenção, é possível diminuir a velocidade dos pensamentos, para se observar um silêncio mental em que o momento presente é vivenciado. Através da meditação, é possível separar os pensamentos da parte da nossa consciência que realiza a percepção. É possível obter total descanso numa posição sentada e por conseguinte atingir maior profundidade na meditação e dissolver preocupações e problemas que bloqueiam a mente.
Uma posição possível é a posição de lótus completo, o pé esquerdo apoiado sobre a coxa direita e o pé direito apoiado sobre a coxa esquerda. Outros podem sentar-se em meio lótus, com o pé esquerdo apoiado sobre a coxa direita ou o pé direito sobre a coxa esquerda. Há pessoas que não conseguem sentar-se em nenhuma dessas posições e por isso podem sentar-se como os japoneses, ou seja, com os joelhos dobrados e o tronco apoiado sobre ambas as pernas. Colocando um colchão sob os pés, a pessoa pode facilmente permanecer nessa posição por hora ou hora e meia.
Mas na verdade qualquer pessoa pode aprender a sentar-se em meio lótus, ainda que no início possa causar alguma dor. Gradualmente, após algumas semanas de treino, a posição tornar-se-á confortável. No início, enquanto a dor ainda causar muito desconforto, a pessoa, deve alterar a posição das pernas ou a posição de sentar. Para as posturas de lótus completo e meio lótus convém sentar-se sobre uma almofada, de forma a que os dois joelhos se apoiem contra o chão. Os três pontos de apoio dessa posição proporcionam uma grande estabilidade. Mantendo as costas erectas (factor muito importante), o pescoço e a cabeça devem ficar em alinhamento com a coluna. A postura deve ser recta mas não rígida. Mantêm-se os olhos semi-abertos, focalizados a uns dois metros à frente, mantendo um leve sorriso.
Começa-se por tomar consciência e seguimento na respiração e a relaxar todos os músculos. Concentra-mo-nos em manter a coluna direita. Solta-mo-nos. Abandona-mo-nos inteiramente.
Vinte a trinta minutos é provavelmente a duração típica de uma sessão de meditação. Praticantes experientes frequentemente observam que o tempo de suas sessões de meditação se prolongam com o tempo.
A Meditação pode servir simplesmente como um meio de relaxamento da rotina diária, como uma técnica para cultivar a disciplina mental, além de ser um meio de se obter insights sobre a real natureza ou a comunicação com Deus. Muitos praticantes da meditação têm relatado melhorias na concentração, consciência, auto-disciplina e equanimidade, no equilíbrio emocional e psico-físico.
A Meditação é uma actividade da consciência mental. Envolve uma parte da mente que observa, analisa e lida com o resto da mente.
A meditação pode tomar várias formas: concentração dirigida unicamente a um objecto (interno), a tentativa de compreender algum problema pessoal, a geração de um amor radiante por toda a humanidade, a prece a um objecto de devoção, ou a comunicação com nossa própria sabedoria interior. A sua meta final é despertar um nível de consciência extremamente subtil e utilizá-lo para descobrir a realidade, directa e intuitivamente.
Meditação em tibetano significa "tornar-se familiar". Existem muitas técnicas diferentes de meditação e muitas coisas na mente com as quais devemos tornar-nos familiares. Os melhores resultados normalmente são atingidos quando meditamos num lugar calmo, mas também podemos meditar enquanto trabalhamos, caminhamos, estamos no autocarro ou preparamos o jantar.
Primeiro vamos desenvolver o estado meditativo numa prática formal, sentados; uma vez acostumados, podemos ter um estilo mais livre e ser mais criativos, podendo desenvolve-la em qualquer lugar.
Meditar não quer dizer afastarmo-nos ou fugirmos. Na verdade significa sermos totalmente honestos connosco mesmos, observar bem o que somos e trabalhar com isto de forma a tornarmo-nos mais positivos e úteis, para nós e para os outros. A meta final, a iluminação... custa a chegar. Porém, a meditação quando realizada com este propósito, pode proporcionar muitos benefícios a curto prazo. À medida que a nossa imagem concreta da realidade se atenua, desenvolvemos uma auto-imagem mais positiva e realista e tornamo-nos assim mais relaxados e menos ansiosos. Aprendemos a ter mais expectativas irrealistas em relação às pessoas e às coisas à nossa volta e assim sofremos menos desapontamentos. A vida torna-se mais estável e satisfatória.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Relaxamento
O relaxamento progressivo é uma técnica em que 16 grupos musculares são relaxados um depois do outro. Cada grupo é inicialmente contraído e depois libertado várias vezes, conseguindo um relaxamento cada vez mais profundo do grupo muscular.
Passos a seguir para um relaxamento profundo:
1. Procurar uma posição confortável, numa cadeira ou deitado com almofada a apoiar o pescoço.
2. A sequência tensão-relaxamento de cada grupo muscular é repetida até se conseguir o relaxamento nos músculos em questão, igual ao relaxamento nas partes já relaxadas
3. É importante que o largar da tensão nos grupos musculares não seja lento mas repentino.
4. Deve dar-se tempo para se sentir os indicadores do relaxamento: calor ou peso.
5. O treino é essencial. Relaxar é como qualquer outra aptidão que se aprende.
6. O relaxamento depois pode ser utilizado como resposta às sensações de tensão ou ansiedade.
7. Tentar não se mover durante o exercício e manter os olhos fechados.
8. Tentar respirar na barriga e não no peito (respiração abdominal.
As tensões e emoções traduzem-se em compressões não só musculares mas também a nível de todos os nossos órgãos internos o que altera o seu bom funcionamento o que acaba por prejudicar a nossa saúde.
Os nervos passam através dos tecidos para irem enervar tecidos e órgãos mas se existirem tensões e compressões nestes, a circulação nervosa sairá debilitada agravando todo o funcionamento dos tecidos e órgãos.
É quando andamos mais tensos que a nossa coluna e por vezes a cabeça (para além dos órgãos e do resto do corpo) mais se queixam.
São bem conhecidos os efeitos do relaxamento no alívio de dores e tensões assim como no bem estar e na saúde das pessoas. A nível da coluna essas tensões ao manterem-se acabam por provocarem todos aqueles problemas que todos conhecemos e de que todos já ouvimos falar (escoliose, espondilose, lordose, cifose, artrose e muitos outros problemas).
Libertar as tensões dos tecidos e órgãos deveria ser uma coisa com que todas as pessoas se deviam preocupar caso desejem que o seu corpo e a sua saúde melhorem.
Por tudo isto se vê a importância do relaxamento pois só quando a pessoa se sente mais relaxada e confiante, permite ao seu corpo abrir-se e assim libertar as tensões e emoções que acumulou ao longo da vida e que a têm estado a impedir de usufruir de boa saúde e daquilo que a vida tem de bom para oferecer.
Passos a seguir para um relaxamento profundo:
1. Procurar uma posição confortável, numa cadeira ou deitado com almofada a apoiar o pescoço.
2. A sequência tensão-relaxamento de cada grupo muscular é repetida até se conseguir o relaxamento nos músculos em questão, igual ao relaxamento nas partes já relaxadas
3. É importante que o largar da tensão nos grupos musculares não seja lento mas repentino.
4. Deve dar-se tempo para se sentir os indicadores do relaxamento: calor ou peso.
5. O treino é essencial. Relaxar é como qualquer outra aptidão que se aprende.
6. O relaxamento depois pode ser utilizado como resposta às sensações de tensão ou ansiedade.
7. Tentar não se mover durante o exercício e manter os olhos fechados.
8. Tentar respirar na barriga e não no peito (respiração abdominal.
As tensões e emoções traduzem-se em compressões não só musculares mas também a nível de todos os nossos órgãos internos o que altera o seu bom funcionamento o que acaba por prejudicar a nossa saúde.
Os nervos passam através dos tecidos para irem enervar tecidos e órgãos mas se existirem tensões e compressões nestes, a circulação nervosa sairá debilitada agravando todo o funcionamento dos tecidos e órgãos.
É quando andamos mais tensos que a nossa coluna e por vezes a cabeça (para além dos órgãos e do resto do corpo) mais se queixam.
São bem conhecidos os efeitos do relaxamento no alívio de dores e tensões assim como no bem estar e na saúde das pessoas. A nível da coluna essas tensões ao manterem-se acabam por provocarem todos aqueles problemas que todos conhecemos e de que todos já ouvimos falar (escoliose, espondilose, lordose, cifose, artrose e muitos outros problemas).
Libertar as tensões dos tecidos e órgãos deveria ser uma coisa com que todas as pessoas se deviam preocupar caso desejem que o seu corpo e a sua saúde melhorem.
Por tudo isto se vê a importância do relaxamento pois só quando a pessoa se sente mais relaxada e confiante, permite ao seu corpo abrir-se e assim libertar as tensões e emoções que acumulou ao longo da vida e que a têm estado a impedir de usufruir de boa saúde e daquilo que a vida tem de bom para oferecer.
terça-feira, 24 de fevereiro de 2009
Pranayama
Pranayama é o termo em sânscrito para as técnicas respiratórias. É composta de prana (respiração, alento, energia vital) e ayama, que significa pausa e retenção. Divide-se em 3 partes da respiração: inalação, retenção e exalação.
Prana: Não é uma forma particular de energia e sim a essência última de todas elas: calor, electricidade, luz, gravidade; enfim todas as forças que movem a matéria, nas suas múltiplas actividades, são expressões do Prana, chamado também de fluido ou energia universal. O prana existe no plano subtil e constitui-se na força vital do universo. Compõe o corpo subtil do homem e regula as relações que se desenvolvem dentro do indivíduo e entre este e o mundo. É o substrato vital, energético de todas as funções orgânicas e psíquicas. Tal como a energia eléctrica, o prana tem também as polaridades. O positivo se chama Ida e o polo negativo, pingala. O Prana pode ser acumulado, transformado e conduzido. O homem extrai esta energia do sol, do ar, dos alimentos, etc. Esta energia actua através da respiração. Cada vez que inspiramos, absorvemos Prana e a cada expiração, distribuímo-lo pelos vários órgãos do corpo subtil. Eles circulam por vários nadis, ou nervos subtis e vão-se armazenar nos diversos chacras ou centros de força que distribuem esta energia por todo o corpo. A quantidade de Prana que é absorvida pelo homem, em maior ou menor grau, constitui o seu verdadeiro capital energético. Daí a importância de vivermos em lugares mais saudáveis, sem poluição e ensolarados, absorvendo maior quantidade desta maravilhosa energia.
Prana: Não é uma forma particular de energia e sim a essência última de todas elas: calor, electricidade, luz, gravidade; enfim todas as forças que movem a matéria, nas suas múltiplas actividades, são expressões do Prana, chamado também de fluido ou energia universal. O prana existe no plano subtil e constitui-se na força vital do universo. Compõe o corpo subtil do homem e regula as relações que se desenvolvem dentro do indivíduo e entre este e o mundo. É o substrato vital, energético de todas as funções orgânicas e psíquicas. Tal como a energia eléctrica, o prana tem também as polaridades. O positivo se chama Ida e o polo negativo, pingala. O Prana pode ser acumulado, transformado e conduzido. O homem extrai esta energia do sol, do ar, dos alimentos, etc. Esta energia actua através da respiração. Cada vez que inspiramos, absorvemos Prana e a cada expiração, distribuímo-lo pelos vários órgãos do corpo subtil. Eles circulam por vários nadis, ou nervos subtis e vão-se armazenar nos diversos chacras ou centros de força que distribuem esta energia por todo o corpo. A quantidade de Prana que é absorvida pelo homem, em maior ou menor grau, constitui o seu verdadeiro capital energético. Daí a importância de vivermos em lugares mais saudáveis, sem poluição e ensolarados, absorvendo maior quantidade desta maravilhosa energia.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
A importância da respiração na prática
De um modo geral, não temos consciência da respiração; o ar percorre o nosso corpo sem que exerçamos acção voluntária sobre a sua trajectória. No yoga, esse processo é elevado ao nível da percepção. É a pessoa quem toma a iniciativa e controla o fluxo do ar.
Na respiração normal, o ar é absorvido pelas narinas, inaudivelmente sem esforço ou movimentação exagerada de nariz e peito. Passa despercebido, desde a entrada pelas narinas, atravessando vias nasais e orais, a traqueia e finalmente chegando aos pulmões.
Um dos aspectos mais importantes a ressaltar é que a boa respiração deve ser "nasal ". O homem, devido a causas patológicas ou por maus hábitos, é o único entre os mamíferos que, às vezes, respira pela boca, ocasionando uma insuficiente alimentação de ar nos pulmões. Além disto, o nariz é um filtro contra a poeira e bactérias. De forma que quando respiramos pela boca estamos mais sujeitos às infecções contidas no ar.
Efeitos da boa respiração: Aumento de pressão, produzindo assim maior afluência de sangue em diversas regiões, assegurando a conversão de sangue venoso em arterial, regulando o equilíbrio ácido-base do organismo, estimulando os intercâmbios nutritivos das células, tecidos e órgãos de todo o corpo.
A maior parte das pessoas inspira o ar pelas narinas, levantando simultaneamente o peito e forçando os ombros para traz. A respiração profunda do yoga é inteiramente diferente. Quando dormimos, automaticamente, ou melhor, instintivamente recorremos de tempo em tempo à respiração profunda. Isso demonstra que é de natureza elementar e que podemos, por meio dela, conscientemente, estabelecer um contacto entre o nosso ser interior e as poderosas forças da natureza, ou seja, quando estamos intensamente concentrados, ou quando pensamos profundamente, a nossa respiração fica inconscientemente suspensa. Por outro lado, quando a mente é afligida por qualquer motivo, torna-se rápida e irregular. Portanto para controlar a actividade mental, o yogui deve aprender a regular a respiração.
Na respiração normal, o ar é absorvido pelas narinas, inaudivelmente sem esforço ou movimentação exagerada de nariz e peito. Passa despercebido, desde a entrada pelas narinas, atravessando vias nasais e orais, a traqueia e finalmente chegando aos pulmões.
Um dos aspectos mais importantes a ressaltar é que a boa respiração deve ser "nasal ". O homem, devido a causas patológicas ou por maus hábitos, é o único entre os mamíferos que, às vezes, respira pela boca, ocasionando uma insuficiente alimentação de ar nos pulmões. Além disto, o nariz é um filtro contra a poeira e bactérias. De forma que quando respiramos pela boca estamos mais sujeitos às infecções contidas no ar.
Efeitos da boa respiração: Aumento de pressão, produzindo assim maior afluência de sangue em diversas regiões, assegurando a conversão de sangue venoso em arterial, regulando o equilíbrio ácido-base do organismo, estimulando os intercâmbios nutritivos das células, tecidos e órgãos de todo o corpo.
A maior parte das pessoas inspira o ar pelas narinas, levantando simultaneamente o peito e forçando os ombros para traz. A respiração profunda do yoga é inteiramente diferente. Quando dormimos, automaticamente, ou melhor, instintivamente recorremos de tempo em tempo à respiração profunda. Isso demonstra que é de natureza elementar e que podemos, por meio dela, conscientemente, estabelecer um contacto entre o nosso ser interior e as poderosas forças da natureza, ou seja, quando estamos intensamente concentrados, ou quando pensamos profundamente, a nossa respiração fica inconscientemente suspensa. Por outro lado, quando a mente é afligida por qualquer motivo, torna-se rápida e irregular. Portanto para controlar a actividade mental, o yogui deve aprender a regular a respiração.
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